July 29th, 2010

July 26th, 2010

July 22nd, 2010

Por Aday Cácerez
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias
Céu Canarias

July 19th, 2010

passei pra dizer que tenho lido os comentários e que é muito divertido “escutar” um pouco mais de suas ideias, compartilhar…de verdade!
a correria aqui ta demais, mal tenho tempo de comer direito! mas vou tentar atualizar um pouquinho mais…segue essa foto pra voces verem o glamour na estrada…como diria meu amigo Danilo Moraes, hoje só amanhã!olha o improviso do espelhinho!
um beijo e até já

espelhinho

July 16th, 2010

Legiao

“CONTO NOS DEDOS O QUE CURTO”

Por Leandro Souto Maior

Está programado para setembro mais um relançamento da obra da Legião Urbana, só que desta vez em vinil, pela EMI. Cada disquinho, da estreia Legião Urbana (1984) ao póstumo Uma outra estação (1997, lançado um ano depois da morte do líder Renato Russo e do fim da banda), passando por best-sellers como Dois (1986), volta à sua versão original. E repleto de fotos inéditas, com capa dupla e textos descrevendo as histórias por trás das gravações, elaboradas a partir de entrevistas com os próprios remanescentes, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, além de roadies, empresários, técnicos de som e de luz, e todos que vivenciaram os bastidores do grupo.

Os dois últimos títulos da discografia (o já citado Uma outra estação e o antecessor A tempestade, de 1996), porém, nunca viram a luz no formato LP e vão virar bolacha pela primeira vez. Enquanto o pacote não sai, Dado e Bonfá divertem-se com o site www.legiaourbana.com.br, no qual fãs postam memorabilia farta o suficiente para causar certo desconforto nos legionários.

“Tem cada foto que aperece por ali, que eu me pergunto como pude ter a coragem de vestir aquelas roupas”, diverte-se Dado Villa-Lobos, em papo com o LABORATÓRIO POP, ao recordar a moda dos anos 80. Já Bonfá ameniza: “Tinha coisa muito pior na época. Não aguento é quando me vejo com a camisa para dentro da calça, mas a gente achava legal”, reconhece o baterista.

A dupla, que viveu a fundo a era do vinil, espera com ansiedade os novos relançamentos. “Tinha lado A e lado B. A música que abria o lado B sempre era uma especial do repertório. O LP tinha essas magias”, descreve Villa-Lobos, com saudade. “Na época, o CD foi uma coisa superesperada, e deu no que deu: virou MP3. Acredito totalmente no resgate do vinil. Mal comparando, é que nem você ver um vídeo digital e uma imagem em película”, avalia.

Os trajes podem ser motivo de risos hoje, mas a música ali registrada só dá orgulho aos dois legionários. “Pouca coisa realmente interessante marcou a história do rock no Brasil nas décadas seguintes. Conto nos dedos o que curto de novidade. Posso citar o Cidadão Instigado, o Otto e a Céu”, enumera o guitarrista, que está em estúdio com o produtor Kassin gravando mais um disco solo. E aproveita para felicitar um companheiro de geração que se reposicionou milagrosamente no mercado após o fim dos anos 90. “Da nossa geração, é genial a capacidade que o Capital Inicial teve de se regenerar. Eles têm uma liga que funciona de uma forma incrível. Comparo com a reciclagem que o disco Californication proporcionou ao Red Hot Chili Peppers, em seu som e imagem”.

O nome Legião Urbana provoca limitações nas carreiras solo dos dois músicos, é claro – mas a dupla não se incomoda nem um pouco com isso. “Lido bem com essa questão. Tenho repertório para fazer um show só com músicas minhas, mas já rolou de eu fazer um show só com músicas da Legião e o público ficar pedindo para eu tocar também o meu som! Nunca dá certo… “, conforma-se Bonfá. Dado diz que não sente essa cobrança por parte dos fãs. “É sempre bom tocar aquelas canções, não me preocupo com isso”.

July 15th, 2010

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Ceu Zink

Capa Zink